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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Vinícius de Morais, o incriado

Eu sou o incriado de Deus, o que não teve a sua alma e semelhança (...)
Eu sou o demônio do bem e o destinado do mal mas eu nada sou (...)
Nada quero porque eu deixo traços de lágrimas por onde passo
Quisera apenas que todos me desprezassem pela minha fraqueza
Mas, pelo amor de Deus, não me deixeis nunca sozinho!

Vinícius de Morais, "O Incriado". Bonito não? A melhor coisa da vida do professor de literatura é preparar aula de poemas.

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